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Diário das pequenas descobertas da vida.
Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2005
Bene qui latuit, bene vixit
A tradução ao espírito da frase (não dá para fazer à letra, o mundo dos Romanos há muito desapareceu e as ideias já não se aplicam exactamente ao mesmo) é:

Quem é contemplativo vive bem.

(não me soa fluido "Quem bem contempla bem vive")
A primeira parte da frase descreve bem a minha vida até a estes provectos 28 (quase 29). Agora se isso contribuiu para que a minha vida fosse melhor é que não sei. Por vezes parar para pensar implica que se perca o barco da vida. O mundo é feito para os afoitos e apressados e não para os contemplativos. Pelo menos assim normalmente me parece.
Mas da mesma forma que, se os ignorantes são mais felizes, eu quero ser para sempre triste, se os afoitos é que vivem ( mais desperdiçam a vida), quero ser para sempre historiador. Pelo menos tenho tempo para tentar evitar as armadilhas que a vida costuma deixar pelo caminho.


Publicado por Mauro Maia às 22:28
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Domingo, 27 de Fevereiro de 2005
Laetitia
Uma das maiores lacunas que sinto na educação em Portugal (e consequentemente na minha) é a completa ausência de Latim. É tão importante, fundamental, o Latim para saber Português como são os alicerces numa casa: a parte que se usa está acima do solo (o Português) mas está escorada em sólidas fundações (o Latim).

E é uma língua bem mais complexa do que a maioria das línguas actuais. Quem já viu alguém a traduzir (bem) um texto latino fica boquiaberto. É que a posição das palavras na frase não é estática como a nossa, na qual os substantivos em regra precedem os verbos que precedem os complementos, e na qual a posição das palavras na frase influi no seu sentido (em Português um grande homem é diferente de um homem grande...).

Assim traduzir uma frase em Latim (Erras, mi Lucili, si existimas nostri saeculi esse vitium luxuriam (...)" Seneca Epistulae Morales XCVIIé mais ou menos isso, pelo que já presenciei: "Ora bem, erras é o verbo. Onde está o sujeito? Aqui depois dele temos o Lucili. Ah, este é o sujeito. E agora os complemento...". De cair para o lado. Limito-me a ver dar vida a vassouras de madeira...

Posso, por exemplo, dizer "Mevs nominvs Mavrvs es" (O meu nome é Mauro). Nem sei perguntar o nome de alguém. É que não depende da entoação nem uma mera inversão de posição... Atente-se como a ordem pode ser completamente diferente do que esperaríamos em Português. A posição das palavras em Latim é muito mais fléxivel, sem ser completamente absoluta... Um homem grande e um grande homem é o mesmo em Latim (magnvs vuir descreve os dois e vuir magnvs é a mesma coisa). Já agora não há u nem j em Latim. v é u é j é i. Justitae lê-se Iustitia, verba é uérba...

E há coisas curiosas em Latim. Virus, por exemplo, é uma palavra latina, apesar de eles desconhecream o que semelhante entidade quasi-biológica seria. Quer dizer substância venonosa ou repulsiva. Virus é o veneno da cobra, é o odor corporal depois de se limpar estábulos...

Outra é a palavra savrvs e savrivs. Savrvs (sauro) é pássaro e savriv (sáurio) é réptil. Muito antes de se saber que existiram dinossáur(i)os e que o único ramo sobrevivente deu origem às aves já os Romanos (por via dos Gregos) tinham designações semelhante para os dois. Coincidência? Só pode, porque os únicos répteis com esqueletos semelhantes aos das aves tinham há muito desaparecido. Nenhum réptil actual tem os ossos das pernas por baixo do corpo como as aves têm e os dinossáur(i)os tinham. Mas eu também gostava de fazer coincidâncias tão próximas da verdade como eles...

E no início foi a vuerba (que é palavra e não verbo)...


Publicado por Mauro Maia às 16:28
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Estados materiais
Na escola aprende-se que há 3 estados da matéria: sólido, líquido e gasoso. As ligações entre os átomos de um sólido são fortes, entre os líquidos são existentes mas pouco fortes e flexíveis e entre os gases pouco existentes. Tudo na natureza seria um destes. Mas uma questão que não me recordo se alguma vez fiz foi: e as chamas numa fogueira o que são? Sólidas não são, claro, líquida também não, gasosa também não. O que são? Nenhuma das três, porque há 5 estados da matéria: sólido, líquido, gasoso, plasma e condensado de Bose-Einstein.

- O 4º estado é os plasmas, que são aglomerados de partículas que estão muito energizadas e que nesse estado exibem comportamentos colectivos. Este é o estado da matéria mais comum no Universo: 99% da matéria visível está neste estado. Isto inclui núcleos estelares, auroras boreais, vento solar, sinais luminosos de néon, luzes flurescentes, relâmpagos e chamas. Hoje em dia televisões e monitores usam plasmas, tornando-os mais finos. Os plasmas NÃO são algum material muito fixe, são um estado da matéria (vide http://www.plasmas.org/basics.htm

-O 5º estado é o condensado (ou aglomerado) de Bose-Einstein, teoria de Bose e aplicada em partículas sub-atómicas e aplicada por Einstein aos átomos. Nem todos os átomos se podem condensar em aglomerados de Bose-Einstein mas os que o fazem fazem algo surpreendente: na natureza nada pode ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. A temperaturas muito baixas os átomos "fundem-se" ou melhor ocupam os mesmo espaço, tornando impossível distingui-los.

Eis dois tijolos que me faltavam na minha compreensão do mundo. As chamas são plasmas!</p>


Publicado por Mauro Maia às 12:15
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Sábado, 26 de Fevereiro de 2005
Na ilha
No continente reza-se para que chova. Hoje (26-02-2005) de tarde quase não se pode sair de casa no Funchal. Seguem-se as poucas imagens que tirei com o telemóvel, por baixo do meu prédio. Lembro que na Madeira, por esta altura, as pessoas costumavam ir à praia...

Funchal 26-02-2006
Funchal 26-02-2006
Funchal 26-02-2006


Publicado por Mauro Maia às 17:15
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Algumas coisas que me vêm à mente
- Por muito que se bata numa parede ela continua sarcasticamente a olhar para nós.
- Se os ignorantes são mais felizes eu prefiro passar a vida triste.
- Um beijo dado com o olhar numa sala cheia de gente é melhor do que mil poemas de amor.
- Há pessoas que, por muito que gostemos delas, não adianta dizer, oferecer, amar, fugir, querer, esperar, agarrar, sacudir, ser. São monolitos de sentimentos. Não adianta continuar a amar, não adianta deixar de amar, não adianta ser bom, não adianta ser mau, não adianta beijar, não adianta gritar, não adianta viver, não adianta morrer. Aos a quem somos perfeitamente indiferentes é tudo o mesmo e a indiferença é a resposta.
- Por muito que se sopre o vento é sempre mais forte. Vai em frente e guarda o assobio no bolso.
- Por muito que se suba está-se sempre mais perto do chão do que do céu. No final da vida espera pelo menos ter subido acima do teu degrau.
- Mesmo que se esteja em chão de barro deve-se sempre apontar o nariz para as estrelas.
- Os extremos tocam-se mais facilmente do que tocam o meio. Cautela com os extremismos, pois eles conduzem ao lado negro.
- Há 2 tipos de pessoas no mundo: os que gostam de nós, os que não gostam de nós e os outros, que são a maioria.
- Todas as nuvens de chuva têm um lado virado para o sol. Esprema-se bem cada nuvem de contrariedade e brilhará o sol, nem que seja porque já não há nuvem.
- Nem tudo tem só dois lados. A fita de Möbius só tem um. É só preciso encontrar o nosso.
- Infelizmente parecer costuma ser mais importante do que ser. Aceita só os abraços de quem já os deu com o olhar.
- Os pequenos gestos são os mais importantes para se conhecer alguém. Se alguém diz que ama e come a última fatia de torrada é preciso abrir os olhos. O egoísmo é o antónimo do amor.
- Por vezes apetece ficar o dia todo na cama, enrolado e bem quente. Essa é a melhor ocasião para tomar um duche frio e sair para a rua.
- Faz-te à vida que a vida não se faz a ti.
- Não há redes de segurança na vida. Atravessa-se a corda uma vez ou cai-se na tentativa.
- A auto-ilusão é a maior tristeza da vida e por isso todos os dias procuro saber.
- Não sei o que fazer para que a chuva deixe de cair.
- Às vezes sabe melhor a chuva a cair no rosto do que o sol a queimar a pele.
- Nunca serei tudo o que gostaria mas quero gostar de tudo o que serei.
- Eu nunca estou só quando só estou comigo. Mas quem quiser pode entrar também.
- Geralmente na vida quem mais se queixa é quem menos sofre. O verdadeiro sofrimento é uma dor muda.
- É horrível que haja quem só veja os outros em função de para o que servem. Não há amor, só há objectivos. "brrr"
- A vida não é uma frase feita. Quem faz frases feitas não vive a vida. "ups"
- Não receio a morte, receio o esquecimento.


Publicado por Mauro Maia às 00:58
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2005
Injustiças
Há povos, pessoas e situações que foram maltratados pela história:
- Os Vândalos cometeram o hodioso crime de saquearem a "pacífica" e "benevolente" capital dos Romanos, Roma. Por tal para sempre tiveram o seu nome associado ao anti-social acto de «vandalismo»...
Os Vândalos saquearam Roma em 455DC, bem depois de se instalaram na Península Ibérica (e eventualmente invadirem e formarem um Reino Vândalo no Norte de África com capital em Cartago). Não foram mais brutais no saque a Roma do que outros povos, mas o seu nome ficou associado a actos de destruição violenta e desnecessária (coisa que os Vândalos não fizeram em Roma). O verbo «vandalizar» foi pela primeira vez usado em 1800...
- (John) Hooligan foi de facto o primeiro hooligan da história. No final do século XIX, este respeitável bêbado e pai de múltiplas brigas em estádios ingleses meteu-se em tantas que, quando se "reformou", a polícia passou a designar todos os pacíficos e amantes Ultras do desporto como hooligans... Ainda bem que o pai Hooligan não está cá para ver como o seu nome é arrastado pela lama. Tão boa família...
- Bárbaros eram todos os povos que não eram Gregos. Por aqui até os Romanos eram bárbaros...
- Átila, o Huno, foi marcado com o epíteto d'O flagelo de Deus. No entanto podia ter saqueado Roma e não o fez. Às portas de Roma, o papa dirigiu-se com alguns bispos ao acampamento huno. O papa era velho, todos estavam desarmados e não havia nada na cidade que fizesse frente ao Hunos. No entanto, apesar de pagãos e valorizarem a resistência e força física, depois da conversa com este velhote deram meia volta e deixaram Roma em paz. Para flagelo de Deus até que Átila foi bem mericordioso... Se tivessem saqueado Roma talvez se dissesse que "Hunaram-me a mota" em vez de "Vandalizaram-me a mota"...


Publicado por Mauro Maia às 21:30
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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2005
Medir a Terra
Os gregos foram o mais conhecido alicerce da nossa civilização. Filósofos, poetas, artistas, guerreiros, matemáticos (apesar de esta qualidade se inserir na de artistas...), comerciantes,... Algo que qualquer um constatou na Matemática que teve ao nível básico é como a Geometria é grega: letras, palavras, tratados, teoremas, Euclides, Theles, Pitágoras, ... Geometria significa Geo terra e Metria medição. Os triângulos (3 ângulos) são classificados de equiláteros (3 lados iguais), isósceles (2 lados iguais) e escaleno (1 lado igual somente a si). O porquê é que nunca me disseram. Até eu saber que: equilátero é lados iguais (esta é fácil), isósceles significa duas pernas (iso, 2, e celes, pernas), e escaleno que significa diferente. Que fácil e lógico que é. Gosto especialmente da imagética contida em isósceles. 2 pernas... de facto assemelha-se aos membros inferiores de um ser humano.


Publicado por Mauro Maia às 21:59
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Bellis

A evolução das línguas é um tema fascinante. Um bom exemplo é esta palavra latina: Bellis. Ora, pensando na nossa egrégia língua, diríamos que significa belo(a), bonito(a), lindo(a). Mas não, não, Bellis significa Guerra. Foi nos tempos da Idade Média que se perdeu o significado original e passou a ser o que agora usamos. Se dúvidas persistirem recordem-se das palavras bélico e belicoso, qualquer uma delas tem a sua raíz na palavra romana para guerra (que terá provavelmente origem germânica (krieg), trazida pelos "bárbaros" que se instalaram aqui). A minha grande questão é: Mas quem é que passou a confundir guerra com beleza? A partir de quando é que a guerra passou a ser bela? Ou melhor, a partir de quando é que a bela passou a ser guerra? Imagino já um monge, enclausurado no seu mosteiro, com o nobríssima missão de salvaguardar a cultura clássica. Inflamado pelos delírios da vida alheada do gentil sexo, pelas grandes obras que descrevem batalhas (eg, a Ilíada, que relata a Guerra de Tróia, cujo nome advém de uma povoação romana de um período posterior, claro, chamada Illium), não tendo porventura nunca visto o sofrimento de homens adultos trespassados por lanças, as agonias de quem nunca mais veria quem ama ou sequer o derrame de sangue perpetrado com intenções malévolas, achou a obra bonita. Em vez de a chamar “pulcher” (que é belo em Latim), confundiu o descrito com o que se descreve. A Bela passou de ser o descrito no livro para passar a ser a qualidade da obra. Arrepiante, no mínimo, que guerra passasse a ser designar o que de bonito há no mundo. Ou talvez que, tendo o seu amor sido estilhaçado pela recusa de uma roliça morena, tenha visto nela a Guerra e a Beleza no mesmo ser. De qualquer forma, voto para que a Bellis deixe de ser bela.



Publicado por Mauro Maia às 21:35
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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2005
USA mas não abuses
Os USA são:
a) uma super-(im)potência
b) uma super-(im)paciência
c) uma super-(in)conveniência
Cada um escolherá uma das 6 opções disponíveis. Mas, para mim, felizmente foram ELES que ganharam a Guerra Fria. Até estrmeço ao pensar na alternativa... Mas uma coisa não se lhes discute: têm sido, desde o século passado, a principal fonte de invenções do Mundo, para o bem e para o mal. Uma delas sempre me intrigou quanto ao que s(ab)eria: a manteiga de amendoim. Nas diversas séries e filmes que povoam o imaginário(?) de multimédia lusitano, sempre surge um puto a caminho da escola e a levar na lancheira uma sanduíche de manteiga de amendoim e compota. A que saberia? Saberia a salgado, estilo manteiga? Seria doce, estilo tulicreme? Pois bem, comprei e provei. E as minhas conclusões foram... inconclusivas.
Cheira bastante a amendoim mas o sabor a amendoim é vistigial. Tem de facto aspecto de tulicreme mas uma textura assaz diferente, estilo banha de porco que se agarra à colher mas castanha. Agarra-se ao céu da boca como pó misturado com saliva. Não é doce mas não é exactamente salgada. No pão não é grande coisa, tem um sabor muito deslavado para mudar o sabor do pão (daí os americanos, bichinhos sagazes como são, a misturarem com compota). Só uma combinação me soube bem: sanduíches de bolacha Maria com manteiga de amendoim, estilo oreo em que em vez de bolacha de chocolate se tem a nossa(?) bolacha Maria e em vez de um creme esbranquiçado de sabor imensamente doce se tem manteiga de amendoim. Assim até que se comeu. Claro que só o soube depois de amargar "resmas" de sanduíches de pão. A 3 colheradas de acabar o frasco e havendo falta de pão eis a salvadora Maria, a imaculada Maria. Menos mal. Nota para o futuro? Não mais comprar manteiga-de-amendoim. Quando éramos nós a polícia do Mundo (há 4 ou 5 séculos), ninguém passou a comer torresmos ou a ingerir tremoços como se se quisessem integrar facilmente em Springfield. Porque deveremos agora consumir esta "manteiga"? Até porque o sabor não compensa o preço, excepto se for de graça. Mas as experiência são sempre proveitosas...


Publicado por Mauro Maia às 23:03
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2005
Bái Jorg!
Jorge, Jorge, quantos de nós teremos alguma vez passado na vida sem conhecer pelo menos um Jorge?
A origem é curiosa: Georg. Geo de "Terra" e org de "cultivo". Um Jorge é um cultivador da terra, um agricultor, pois então.
Eis um nome bastante dissiminado pelas línguas europeias: Jorge, Georg, Jörg, Yorgue,...
Têm problemas com algum Jorge? Algum Jorge alguma vez lhes roubou a amada que o destino tinha preparado para vós? Imaginem-no de enxada na mão, a chachar batatas, a terra por baixo das unhas, o cabelo empastelado, o odor terreno nos sovacos e bum! eis que a animosidae desaparece! Como não apreciar um Jorge quando se conhece um? Já conheci vários bem simpáticos. Os que não são... imagino-os de enxada na mão. Não deixa de ser curiosa a expressão num rosto jorgiano mal-amanhado quando lhes pergunto "Que hortas são?" Resulta melhor que imaginar o Jorg do Seinfeld. Esse pode ter manias e falta de cabelo, mas aparece na televisão, ganha (ganhou) toneladas de dinheiro e não deve ter problemas femininos. Não agora... Já o estou a imaginar de enxada na mão...


Publicado por Mauro Maia às 21:00
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