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Diário das pequenas descobertas da vida.
Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
Solanum



Mais uma vez, a querida Maria Papoila nomeou o Cognosco para um prémio para blogs.
Retribuindo o gesto, eis as minhas nomeações:

~A Papoila Uma visão poética da vida, uma vida vivida com a poesia.
~Bloquito Uma visão bem-humorada e bem analisada da vida feita por dois filósofos da vida.
~Nox O lado simultaneamente negro e branco, feliz e triste, sol e lua, noite e dia dos poemas que enchem a nossa vida.
~.•°o.O No mundo do faz de conta O.o°•. a vida é feita de acontecimentos, uns mais engraçados do que outros mas, no Mundo do Faz de Conta, tudo tem graça e boa-disposição.
~Impressões digitais a vida é feita de risos mas também de reflexão. A vida que podia ser a de qualquer um de nós analisada como nem todos de entre nós conseguiriam.
~Deprofundis as fotografias e as reflexões sobre a vida condensadas em momentos únicos.
~O Império Romano não há Presente sem Passado nem Portugal sem Império Romano. A análise de importantes (alguns conhecidos, outros esquecidos) personagens e momentos que marcaram a vivência de um Império que marcou toda a nossa presente existência.
~Enquanto a onda não volta perspectivas sempre originais e audazes sobre os acontecimentos pessoais e interpessoais.


Publicado por Mauro Maia às 22:18
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Terça-feira, 15 de Maio de 2007
Frutos & legumes
~ Está-me a apetecer uma salada de tomate. É o meu legume favorito!
~ Pode até ser, mas não sabes que o tomate é um fruto?
~ Um fruto? Não digas asneiras, nem sequer é doce!
~ E quem te disse que um fruto tem de ser doce? O limão é doce?!
~ Mas concordamos que é um vegetal, certo?! Bom, mais um pouco e ainda lhe chamas uma hortaliça!
~ E já agora, é um fruto ou uma fruta?
~ ?!


Eis uma conversa perfeitamente plausível numa qualquer mesa de uma qualquer esplanada. E, na verdade, há esta questão: «o tomate é um legume ou é um fruto?»
O que identifica algo como um fruto, como um legume, como um vegetal?

A verdade é que há duas definições diferentes do que é um fruto: a classificação botânica e a classificação culinária. Das duas, a culinária é uma definição inexacta e sujeita a contradições. Tanto é assim que é difícil expressar a definição culinária de «fruto». De um modo geral, culinariamente pode considerado o produto botânico doce que é geralmente comido à sobremesa e não como prato principal (apesar de ser cada vez mais frequente verem-se pratos principais confeccionados com frutas, o que ainda baralha mais a questão). Culinariamente, um vegetal é considerado qualquer parte comestível de uma planta que tenha um sabor salgado e não doce (se bem que um amendoim tenha um sabor salgado e seja culinariamente classificado como um fruto).

As definições mais exactas vêm da Botânica:
~ «o fruto é o conjunto dos órgãos vegetais que sucedem à flor e contêm a semente»;
~ «um legume é uma planta leguminosa (ou uma das suas sementes) usada como alimento»;
~ «vegetal é tudo quanto seja relativo ou pertencente ao reino vegetal»;

E quanto ao tomate? É obviamente um vegetal, mas será um legume ou um fruto?
Há que esmiuçar as definições científicas para uma resposta clara.

O tomate pertence à família Solanaceae, uma família de plantas que dão flor.
Há muitas espécies (agrupadas em cerca de 32 géneros), a maioria comestível mas algumas venenosas. Da família das solanáceas, além do tomate, encontra-se a batata, a beringela, o tabaco, o pimento, a petúnia, a mandrágora e a beladona.
O tomate surgiu na América e foi cultivado pelos ameríndios muito antes da chegada dos europeus. No velho continente, as espécies da família Solanaceae conhecidas eram as venenosas mandrágora e beladona (apesar da beringela ter surgido na Ásia, onde era cultivada, só chegou à Europa no início XVI, com os Descobrimentos).
Assim, como visto em A derrota de pizza, que fala de Marco Pólo, contemporâneo de D. Dinis, e do que foi fazer à China, os Europeus tiveram uma primeira reação negativa em relação ao tomate, já que se parecia muito com o fruto da venenosa beladona. Mas rapidamente tornou-se apreciado e muito cultivado pelo Mundo fora.

Mas isto não responde à questão... Analise-se o que é um legume.
Um legume é o fruto das plantas da família Leguminosae. Os frutos dos legumes surgem como vagens, casulos fechados no interior dos quais se formam os frutos contendo as sementes. Geralmente as vagens abrem espontaneamente, libertando os frutos no seu interior. A vagem é geralmente de consistência mole.
A excepção é o geralmente mal-classificado amendoim. Em culinária, o amendoim é tido como uma noz, mas na verdade é um legume que se desenvolve debaixo da terra e, por isso, a vagem é dura e não se abre espontaneamente para libertar as sementes. Uma noz (o que inclui, além dos frutos da nogueira, a bolota, a avelã, a castanheira, entre outras) é um fruto seco com apenas uma ou duas sementes no interior de uma casca dura. Daqui surgirá a confusão quanto ao legume amendoim.

E quanto aos frutos, qual a sua definição?
Primeiro há que distinguir duas palavras que, muito semelhantes (e muitas vezes erradamente tomadas como sinónimas) são diferentes: «fruta» e «fruto». Um fruto é uma estrutura que se forma nas plantas superiores pelo amadurecimento do ovário, quando a planta é fecundada, contendo, no seu interior, as sementes. Uma fruta é um termo mais culinário, que se refere aos frutos de plantas que são carnudos e doces.
Há duas categorias de frutos, os simples e os compostos.
Os frutos simples resultam da fecundação de apenas um ovário.
Há os frutos simples carnosos (com um interior mole e suculento), como as maçãs, pêras, laranjas, abacates,... (genericamente os que são conhecidos como frutas). Há ainda os frutos simples secos, como as nozes, as avelãs, os legumes, ...
Os frutos compostos resultam de mais de um ovário fecundados.
Há os frutos compostos agregados (resultantes de vários ovários na mesma flor) como os morangos, as framboesas,... (como que fossem «gémeos verdadeiros», mais correctamente gémeos homozigóticos). Há ainda os frutos compostos múltiplos (resultantes de vários ovários de várias flores que crescem juntas umas às outras) como as amoras, os ananazes, os abacaxis,...
As pinhas e outros cones de coníferas não são frutos compostos, apesar da sua aparência e as sementes cresceram na mesma estrutura, porque não se originam de ovários fecundados. As pinhas não são portanto frutos e, muito menos, frutas. Na verdade, cada pinhão surge do amadurecimento de um óvulo, não sendo a pinha um ovário amadurecido. Para uma relação entre pinhas e coelhos, ver o artigo Fibonacci

Algumas características do tomate íncluem o facto de serem um fruto carnudo com várias sementes contidas no interior de um ovário amadurecido que forma todo o fruto. Um fruto que tem essas mesmas características é a conhecida uva! Os frutos que são inteiramente formados pelo ovário amadurecido são designados como bagas, na qual todo o fruto é comestível. As maçãs, por exemplo, claramente têm no seu interior o ovário com as sementes e, à sua volta, a parte carnuda que se come.



Concluindo então, o que é um tomate?
É um fruto pois surge do amadurecimento de um óvulo de uma flor e contém, no seu interior, as sementes da planta.
É uma fruta pois é uma baga, como a uva, completamente constituído pelo óvulo amadurecido.
Não é um legume na medida em que não é nem tem vagens.

Outros frutos muitas vezes erradamente tidos como legumes são: a beringela (Solanum melongena), o pepino (Cucumis sativus), a courgette (Cucurbita pepo),
a abóbora (Abobra tenuifolia).


Publicado por Mauro Maia às 20:41
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Terça-feira, 1 de Maio de 2007
A Lágrima do Leão

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana, (...)

 

   Quem seja lusófono (e somos já de perto de 170 milhões no Mundo inteiro, num total de mais de 6 mil milhões e 500 milhões de seres humanos existentes no início do século XXI, ou seja, mais de 2,5% da população mundial) ter-se-á já cruzado com estas estrofes iniciais d'Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões. A muitos terá ficado a questão de saber o que é ou o que foi exactamante a «Taprobana». Alguma cidade mitológica? Algum monstro marinho rival do Adamastor? Um continente? Uma ilha? Um rei? Uma nação? Uma cidade? Já anteriormente, em Pessoa (in)completa se abordou uma questão similar, uma relação estabelecida entre o Binómio de Newton e a Vénus de Milo feita por Fernando Pessoa.

 

   Mas e quanto à Taprobana? Alguns afortunados terão recebido alguma resposta a esta questão. Os ainda mais afortunados terão recebido uma resposta correcta a esta questão. E a verdadeira resposta tem tanto de simples como de maravilhosa. A Taprobana é uma ilha, com a forma apropriadamente de uma lágrima (fazendo lembrar as lágrimas portuguesas com que se fizeram os Descobrimentos). Aliás, uma das alcunhas da ilha é mesmo «Lágrima».

 

   A História desta ilha estende-se até à Pré-História, 2 mil e 500 anos de História (escrita, portanto) e cerca de 125 mil anos de Pré-História (não escrita, obviamente). Tendo em conta que o Ser Humano (Homo Sapiens Sapiens) existe há sensivelmente 150 mil anos, é fácil ver que esta ilha é conhecida da Humanidade quase desde o seu aparecimento.Monte Sri Pada ou Pico de Adão Curiosamente, esta ilha é vista como o berço da Humanidade pelas 3 principais religiões monoteístas do Mundo. Pensa-se geralmente em Jerusalém como o local considerado sagrado por 3 religiões diferentes (duas delas com origem na outra, a mais antiga). No entanto, nesta ilha, existe um Monte considerado sagrado por 4 religiões diferentes: o Judaísmo, o Cristianismo, o Islamismo e o Budismo. Nesse monte (conhecido como «Sri Pada» ou «Pico de Adão») existe uma pegada (de um pé esquerdo) que as 3 religiões monoteístas consideram como sendo a pegada do primeiro Homem (Adão para as 3, uma vez que todas são baseadas na mesma fonte, os escritos judaicos) e, para o Budismo, é a pegada deixada por Buda quando ascendeu aos Céus. Para mais sobre Buda ver o artigo O Príncipe e a Roda, que fala do grande rei indiano Açoka e da sua conversão ao Budismo.

 

   Durante milhares de anos a ilha foi governada pelos seus habitantes. Uma das dinastias, a Dinastia Sinha, governou 2 mil anos, e a ilha foi conhecida durante muito tempo como Sinhala. Entretanto a ilha foi invadida pelo Reino da Kalinga (ver, sobre este reino e a sua influência em Açoka, também o artigo O Príncipe e a Roda). Depois da conquista de Kalinga por Açoka, o filho deste (de nome Mahinda) introduziu o Budismo na ilha. Devido aos contactos que a Índia teve com os europeus, através das conquistas de Alexandre Magno (ver os artigos Magna Bybliotheca e Kara vistoria para mais sobre este grande conquistador grego) os povos europeus tiveram conhecimento da Índia e da ilha.

 

   Depois da divisão do Império de Alexandre pelos seus generais, um geógrafo de nome Megástenes foi embaixador de Seleuco I (um dos generais de Alexandre e que ficou com as possessões asiáticos do Império) na corte de Chandragupta, o fundador da dinastia Máuria e avô do já referido Açoka. Chandragupta notabilizou-se como general, unificando grande parte da Índia sobre o seu reinado e tendo derrotado as tropas de Alexandre Magno quando este invadiu a Índia, impedido assim a expansão grega para o território indiano. Megástenes viajou por todo o Império Máurio, descrevendo a Cordilheira dos Himalaias e uma grande ilha, existente a sudoeste do continente indiano, a que Megástenes deu o nome de Taprobanê (do nome indiano «Tâmraparnî», que significa «Folha de Cor de Cobre», devido à vegetação da ilha).

 

   Quando os Portugueses lá chegaram (em 1506), na sequência de uma tempestade no mar, encontraram uma ilha dividida em (pelo menos) 4 reinos principais: Kotte, o mais importante e aonde aportaram os barcos portugueses, Sitawaka, Kandy (no centro montanhoso da ilha) e Jaffna (no norte da ilha). A expedição portuguesa era liderada por Lourenço de Almeida, filho do primeiro Vice-rei da Índia, Francisco de Almeida (nomeado 3 anos antes, em 1503) e deixou, na Baía da Cidade que encontraram (a actual Colombo, capital financeira da ilha, vizinha da capital admnistrativa, Kotte) o típico Padrão que os nossos navegadores deixavam nas praias desconhecidas a que aportavam.

 

   Alguns anos depois, o terceiro Vice-rei português, Lopo Soares de Albergaria, enviou um grande contingente militar, dando início à conquista da maior parte da ilha. A conversão dos nativos da ilha à religião católica e repressão da religião budista começou também (e, ainda hoje, muito depois da presença portuguesa na ilha, 3% da população é católica e tem nomes portugueses próprios e de família). Os Portugueses chamaram à ilha Ceilão, nome derivado de Sinhala, o nome que os habitantes locais davam à ilha (em consequência da dinastia bimilenar Sinha, como visto acima). Camões, quando escreveu os Lusíadas, recorreu à designação da Antiguidade Clássica grega, chamando à ilha Taprobana. Um dos nomes pelo qual a ilha é também designada, oficiosamente, é «A lágrima da Índia», devido à sua forma e localização.

 

   A ilha foi sendo progressivamente colocada sob domínio português até que, aquando da união dinástica das coroas portuguesa e espanhola (como consequência da derrota de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir), os inimigos da coroa espanhola passaram a ser inimigos da coroa portuguesa. Para outras consequências dos 60 anos de união ibérica (1580-1640) ver o artigo Ceuta aeterna dolor. Para um breve apanhado das primeira, segunda e terceira dinastias portugueses ver o artigo Um por todos, que fala dos mosqueteiros franceses, nomeadamente do famoso D'Artagnan.

 

   Além dos ingleses, um outro acérrimo inimigo dos espanhóis (e consequentemente dos portugueses sob domínio filipino) era o povo holandês, que tinha sido conquistado e massacrado pelo imperador espanhol Carlos V, marido de Dona Isabel, princesa portuguesa filha de D. Manuel I. Ambos foram pais de Filipe I (de Portugal, II de Espanha) e, devido ao seu avô português, Filipe viria a tornar-se rei de Portugal. Durante o reinado de Filipe, os holandeses revoltaram-se contra o domínio espanhol, eventualmente conquistando a sua independência. Em consequência da guerra Hispano-Holandesa, as possessões ultramarinas dos espanhóis (incluindo as portuguesas) passaram a ser atacadas pelos navios holandeses (e também ingleses).
Ceilão tornou-se um dos alvos militares dos Holandeses. A ilha, desde que os Filipes governavam Portugal, passou a viver num estado de anarquia e violência, devido à negligência. Por isso, a presença holandesa foi acolhida com agrado pelos habitantes de Ceilão. Estes, em 1638, assinaram com os holandeses o Tratado de Kandi, que dava a esta nação europeia o título de protectora da ilha. A guerra entre os Portugueses e os Holandeses (que durou de 1588 a 1654) passou a incluir o Reino da Kandi. Eventualmente a presença portuguesa na ilha terminou e os Holandeses passaram a dominar a ilha, até 1798 (quando a ilha foi integrada no Império Britânico). Na Guerra Luso-Holandesa, os Portugueses saíram vitoriosos nas Américas e em África (apesar das temporárias conquistas holandesas no Brasil) mas os Holandeses saíram

Igreja Portuguesa em Ceilão

 

 vitoriosos na Ásia, com a Indonésia e Ceilão a ficarem sob domínio exclusivo holandês.

 

   Ao longo dos sucessivos impérios europeus na ilha (Português, Holandês e Britânico) a ilha foi chamada de Ceilão e depois por Ceylon. Em 1948, a ilha ganhou a sua independência dos ingleses, em consequência do fim da IIª Guerra Mundial (3 anos antes). Em 1972, mudou o seu nome para Sri Lanka (que, em sânscrito, significa «ilha resplandescente»). Hoje a ilha, com perto de 67 quilómetros quadrados, tem 20 milhões de habitantes, é cultural e religiosamente diversificada (devido ao seu passado colonial) e é um popular destino de férias, devido também ao seu clima e geografia.

 

Chá Preto do Ceilão

 

Uma das exportações mais conhecidas do Sri Lanka é o «Chá de Ceilão». O inglês James Taylor (1835-1892, 57 anos) introduziu o cultivo do chá na ilha em 1852. Comprou um terreno de 310 metros quadrados e fez a primeira plantação de chá na ilha. Um outro inglês, Thomas Lipton visitou a ilha e passou a vender o chá de Taylor na Europa e América. O chá é ainda hoje conhecido como Chá de Ceilão (o nome da ilha quando Taylor e Lipton iniciaram a sua comercialização), apesar do nome da ilha ter mudado para Sri Lanka. Hoje, a bandeira da ilha é uma das mais curiosas do Mundo, com um leão (o povo da ilha) dourado armado com uma espada na pata direita (a soberania da ilha), num fundo vermelho com quatro folhas de figueira (uma das espécies de figueira, a Ficus Religiosa) em cada canto (a influência budista). A toda a volta uma faixa amarela (o clero budista) e, à esquerda, duas faixas verticais, de tamanho igual, verde (a fé islâmica) e amarelo-açafrão (a etnia tamil, predominante na ilha). A espécie Ficus Religiosa é diferente da dos figos geralmente consumidos em Portugal. Estes são da espécie Ficus Carica. Um outra espécie conhecida de figos, a Ficus Elastica, produz o conhecido látex.

 



Publicado por Mauro Maia às 09:56
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