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Diário das pequenas descobertas da vida.
Sábado, 7 de Maio de 2005
Excepção
Já anteriormente o Cognosco revelou que se deve ter prudência no uso universal de provérbios, classificando-os de enlatados de letras que se abrem quando se quer ter razão, mesmo que não tenha. (veja-se o artigo Provérbios e adivinhas).</br>
Esta análise não abrange TODAS as situações nas quais se use um. Abrange unicamente o uso como Final da conversa. Eu ganhei!, que costuma ser o seu objectivo, sem que se esclareça porque se pode aplicar o provérbio em questão à situação em questão e se tira a conclusão que se tira.</br>
Um deles é Todas as regras têm excepção.</br>
Está é uma regra. É universal (daí o "todas"). Significa então que tem excepção.
Então</br>
Há regras que não têm excepção</br>
</br>
O Cognosco podia até aventurar-se a criar um provérbio antítese deste:</br>
Nem todos os rebanhos têm ovelhas negras.</br>
Ovelhas</br>
</br>
Relembro aquele célebre paradoxo Esta frase é falsa. Talvez a similitude se prenda com a indirecta fonte desta análise...</br>


Publicado por Mauro Maia às 18:57
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2 comentários:
De fm a 9 de Maio de 2005 às 19:30
Partilho a tua perspectiva sobre o uso de provérbios. Não raras vezes são usados como autoridade, procurando-se com eles dar credibilidade ao que se pretende dizer. Porém os provérbios também fazem parte da identidade e cultura tradicional e como tal há que preservá-los e perpetuá-los, transmitindo-os de geração em geração. Assim sendo considero importante que tenhamos consciência da sua existência - são outra forma de saber, enfim de conhecimento - e que saibamos adequar o seu uso às situações que admitem obviamente a sua utilização. O seu pragmatismo trilha assim o caminho mais prático da vida de todos nós.


De Mauro a 10 de Maio de 2005 às 15:32
Não nego a importância dos provérbios para a cultura tradicional de um povo. Friso apenas o uso descuidado com que costumam empunhá-los (como se de uma arma se tratassem). A sensatez que contêm, fruto da experiência de vida de gerações nacionais, é desbaratada pela inconsequência com que costumam ser largados sobre uma conversa, para fazer vingar um ponto de vista não necessariamente o mais correcto.


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