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Diário das pequenas descobertas da vida.
Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011
Retorno

Há já bastante tempo que não escrevo um artigo no Cognosco.

Infelizmente, questões de cariz pessoal têm-no impedido.

Lamento se terei desiludido os cerca de 300 visitantes diários do Cognosco.

Tentarei retomar esta fonte de luz na minha vida que é este meu blogue.

Não sei se terei a mesma pujança e capacidade de anteriormente mas a vontade está presente.

Começarei por escrever um artigo em que farei um balanço curto de alguns pontos que considero, numa perspetiva puramente pessoal, importantes na compreensão da Europa (ocidental) neste início do segundo milénio da «nossa» era.

Será um balanço histórico do primeiro milérnio deste pequeno espaço geográfico imprecisamente definido, a Europa dita Ocidental, como definida pela National Geographic Society: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Liechenstein, Luxemburgo, Malta, Mónaco, Nederlândia (vulgo Holanda), Noruega, Portugal, São Marino, Suécia, Suíça, Reino Unido, Vaticano.  

Esta pequena área do Mundo, com cerca de 4 milhões de quilómetros quadrados (3 936 021,125 km2), ocupa apenas cerca de 3% da superfície terrestre (148 milhões e 940 mil km2) mas tem sido o principal foco de mudanças globais no milénio que terminou recentemente.

Será um artigo muito eurocêntrico (na vardade europa-ocidental-cêntrico), pelo que espero a compreensão dos leitores brasileiros do Cognosco (das 300 visitas diárias, cerca de 100 eram, do Brasil, oriundas).

O Brasil, comum e corretamente ente designado de nosso país-irmão (assim como a Espanha).

Numa perspetiva mais exata (mas condescendente), é mais um país-filho da mesma forma que a Espanha é de forma mais exata (mas inquietante) o nosso país-mãe...  

 



Publicado por Mauro Maia às 14:13
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3 comentários:
De Anónimo a 15 de Outubro de 2011 às 03:19

Também já escreve segundo as normas do Acordo Ortográfico? Talvez esta seja a última vez que visito este blog...


De Mauro Maia a 16 de Outubro de 2011 às 09:34
Lamento saber, «Anónimo», que reaja tão visceralmente ao meu uso do AO. Respeito as suas novas normas não por as apreciar mas porque prefiro considerar a necessidade de aproximar a norma escrita e a norma oral. Aquando de AO's anteriores, o uso do «ph» em vez de «f» foi abolido e os advérbios de modo deixaram de transformar o acento agudo da palavra original num acento grave («pharmácia» passou a «farmácia» e «ràpidamente» passou a «rapidamente»). Também, na altura, vozes indignadas manifestaram-se contra o AO. Passadas estas décadas, é com naturalidade que escrevemos «fase» em vez de «phase». Eu uso e aprecio a Língua Portuguesa mas não a possuo: é uma entidade semiviva, incontrolável, e apenas nos podemos ajustar a ela e às suas evoluções quando elas se tornam demasiadas para serem ignoradas. Sou forte opositor a seguir «modas» e «novidades» apenas por o serem. Mas procuro não enveredar por uma via de extremos: no campo florido da Vida colho apenas as flores que me despertam a atenção. É natural que se estranhe alterações a algo que se ama e conhece a vida toda mas também é natural que depois se as entranhe. Fernando Pessoa não é menos quem foi por a sua ortografia diferir da nossa (ou Camões, como exemplo ainda mais paradigmático). Deixar de amar a Língua Portuguesa porque ela evolui é como amar uma mulher quando ela tem 20 anos e deixar de a amar quando tem 50 anos e não tem a mesma aparência: amar envolve a essência e não a aparência. A essência do Português mantém-se a recuso-me a renegá-lo porque não tem os mesmos atributos físicos de outrora: amo demasiado o Português para que o faça. Lamento se o meu amor pela Língua Portuguesa não segue o mesmo caminho que outras pessoas consideram desejável. Prefiro descobrir as suas novas facetas e fases a desrespeitar os seus estados de alma. Amar é um sentimento para a vida toda e não apenas para um momento específico e uma imagem pessoal congelada no tempo. Quem nunca amou que atire a primeira pedra...


De Manoel Atnonio a 17 de Novembro de 2011 às 21:48
Mauro, concordo plenamente com sua opinião. Viva a Língua Portuguesa.

(Manoel - Brasil - Penápolis / SP)


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