19 fevereiro 2005Cogitar (4 cogitações anteriores)Bái Jorg!Jorge, Jorge, quantos de nós teremos alguma vez passado na vida sem conhecer pelo menos um Jorge? Cogitado por Mauro Maia às 21:00
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Neste momento, levantaste-me uma questão existencial imensa: eu não conheço nenhum Jorge. Nem alguma vez travei o que se pode chamar uma amizade com um Jorge. Estou a pensar, a relembrar, a liceu, na loja, na capoeira, no yôga, nosreflectir. Na Universidade, no ginásios, nas saídas. Não há nenhum Jorge. Nunca nenhum Jorge me roubou a amada - pelo menos, que eu saiba... - nunca andei em cenas de pancadaria com um Jorge, nunca nenhum Jorge se intrometeu nos caminhos mais sensíveis da minha vida.
O que é curioso.
Cogitado por: Rui a fevereiro 19, 2005 09:30 PM
Estilo, e o Jorge de Lisboa? O Jorge da Vitina? E houve colegas meus de liceu, Universidade, amigos da minha semi-infência com este nome. Semi-infência onde o meu frater sempre se encontrou...
Cogitado por: Frater M a fevereiro 19, 2005 09:38 PM
Que eu saiba nenhum Jorge se cruzou na minha vida ou roubou o amor da minha vida... Mas isto, hoje em dia, quem sabe se não poderá acontecer?
Cogitado por: pauxana a fevereiro 19, 2005 10:15 PM
Jorge? Há pelo menos dois que flectem, ou inflectem, depende do ponto de vista, o curso do Mundo. George (Bush)por razões sobejamente conhecidas. Jorge (Sampaio) por razões sobejamente DESconhecidas. Mais uma vez comprova-se que os extremos se tocam. (Tocam no sentido de encostar e não no musical). Conclusão: há sempre em Jorge à espera de si. Como eu gostava de lhes perguntar: «Que hortas são?»
Cogitado por: cmaya a fevereiro 21, 2005 03:19 PM
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